Não sou aquele tipo de garota de colégio que tem o estereótipo de ser patricinha ou ser uma das mais belas, mas tenho os meus dotes. Não era qualquer garoto que me atraia, tinha meus gostos e saia pouco, pra falar a verdade, tive bem menos namorados do que gostaria de ter, isso por ser um pouco exigente nesse aspecto.

Sou filha única e sempre tive meus gostos atendidos desde pequena pelos meus pais, então cresci com isso. Meus amigos, roupas e até meus compromissos eram severamente selecionados, pois não aceitava qualquer coisa, mas tudo mudou quando Ryan chegou ao colégio. Um típico atleta de escola, bonito, atraente, forte e bem popular.

Senti-me atraída por ele logo de cara assim que ele entrou na sala de aula. Percebi que todas as garotas ficaram suspirando assim que ele se apresentou, com uma voz grave e bem culto em suas palavras. Queria ele para mim e faria isso de todas as formas.

Vi que Ryan não era como os outros garotos da escola, que se interessava por qualquer garota e ficava dando em cima de todas, ele era bem na dele, bastante respeitador e educado, não se permitia trocar gentileza por assédio, e isso me deixava mais excitada e louca para transar com ele. Resolvi então deixar minhas escolhas e exigências de lado e dar em cima dele, ter essa iniciativa, coisa que nunca havia feito antes.

Comecei jogando algumas indiretas quando conversávamos, pedindo para me acompanhar quando íamos para o refeitório e me dando carona até minha casa quando as aulas terminavam, tudo isso para ver se ele me notava, mas ele sempre gentil e educado, não me dava brechas, então decidi fazer o impensável, me jogar em cima dele, literalmente. A essa altura, já havia conseguido algumas inimigas por está tão próxima assim dele, todas o queriam, mas foi eu que me tornei tão atrevida.

Meus pais tiveram que ir a outra cidade para visitar minha avó e me deixaram só, iriam voltar somente à noite, e como já tinha meus 19 anos, eles confiaram em mim de ficar só o dia inteiro. Aproveitei essa oportunidade para ter Ryan só para mim, ele querendo ou não.

Assim que as aulas terminaram, perguntei se ele poderia me levar até em casa, pois meus pais haviam viajado e não queria entrar lá só, ele sempre gentil, aceitou e se prontificou em me deixar até em segurança, mas mal sabia ele o que estava planejando. Havia comprado uma lingerie bem atraente e vesti por debaixo do uniforme, iria usar todas as armas que tinha para tê-lo.

Assim que chegamos em casa, o pedi para entrar junto comigo com a desculpa de que tinha algo para ele. Ele ficou confuso no início, mas a curiosidade foi maior o fazendo entrar. Pedi para ele ficar na sala enquanto ia até o quarto. Entrei e tirei minha roupa deixando apenas a lingerie transparente. – É isso que tenho para você Ryan! (Disse caminhando em sua direção.). Ele ficou completamente paralisado e sem esboçar reação, não esperava uma atitude minha assim. Sentei em seu colo e vi que ele estava totalmente entregue. Comecei a beijá-lo deixando-o bastante excitado. Esperava mais dele, algo tipo “Não faça isso!”, talvez ele só estivesse esperando isso.

Nos entregamos aquele sentimento que nos envolveu por completo. Assim que ele tirou sua camisa, revelou algumas imperfeições em seu corpo. Um de seus mamilos era maior do que o outro e havia várias marcas de nascença, sinais que não me agradaram nem um pouco. Como já havia começado, não iria desistir naquele momento, mas já havia decidido que não haveria outra oportunidade, afinal, tinha minhas exigências.

Fomos para meu quarto e ali, finalmente nos entregamos ao ápice do prazer. Realizei meu fetiche e vontade nele, mas algo me incomodou em seu corpo, e não era isso que estava procurando, queria alguém realmente perfeito, sem ter alguma droga de erro genético. Ele foi para sua casa enquanto fui para o banheiro tomar um banho e formular uma ideia que seria a solução para meus problemas.

O chamei novamente na semana seguinte para ir a minha casa já que estava sozinha novamente, mas meu plano não era transar, mas ter meu namorado perfeito. Assim que ele chegou, pedi o para ir ao porão, pois logo iria, queria mostrar algo melhor a ele. Quando desci, pedi para deitar em cima da mesa e fechar os olhos, ele assim fez. Peguei o machado do meu pai e com apenas um golpe, cortei sua cabeça separando seus braços e pernas de seu tronco. Ele ficou tão lindo retalhado em cima da mesa que aquilo me fez ter um súbito orgasmo.

Vi o que não me agradava e coloquei dentro de um saco para jogar fora, não queria imperfeições em minha obra de arte. De Ryan fiquei com sua cabeça e sua perna esquerda, foi o que me agradou. Limpei toda aquela cena de carnificina e guardei suas partes, meu plano estava apenas começando.

Da mesma forma que fiz com Ryan, Douglas seria minha próxima peça. O convidei para ir a minha casa, ele já havia jogado algumas indiretas, mas nunca havia dado bola. Assim que chegamos, ele entrou e foi recebido com um golpe forte na cabeça o fazendo desmaiar, e assim tive minhas outras peças. De Douglas fiquei com sua perna direita e seu braço direito, meu boneco sexual estava ficando tão lindo.

Mike era um talentoso atleta e nunca havia me dado bola, mas aprendi o que todos os homens querem, um belo carinho. O seduzi e também o levei para minha casa retalhando-o e tirando aquilo que mais me agradava nele, seu tronco. Fiquei com as partes que faltavam, o tronco e o braço esquerdo. Finalmente meu delicioso Frankenstein estava completo. Costurei e juntei todas as partes que tinha no porão da minha casa e assim que terminei, vesti uma roupa e o levei para meu quarto.

Dizem que namorado perfeito não existe, lhe apresento o meu. Posso agora me deliciar com minha obra perfeita.