Me jogue no abatedouro,
Ferva minha pele e faça bolsas com o couro.
Os monstros não ligam para o grito ou o choro,
Vejo o fim da humanidade,
Será um agouro?

Vivo em um cubículo apertado,
De outros humanos também estava infestado,
Quebraram minha mandíbula para que eu permaneça calado.
O cheiro de comida e vômito me deixa enjoado,
Alimentam alguns e outros apenas permanecem desesperados.

Marque minha pele com aquele ferro fervente.
Dos olhos nasce uma nascente.
O toque era ardente,
A tortura é frequente,
Todos o meu corpo também está dormente.

Agora que todos que amo morreram,
Sou forçada à viver.
A carne do meu filho, os monstros estão a comer,
Dizem que as vendas estão começando à crescer.
Cenas cruéis que sou forçada à ver.

A produção de carne aumentou drasticamente,
Estou pendurada à uma grande corrente,
Olho para o lado e vejo uma produção de carne crescente,
Olho para o outro lado e o triturador devora nossos corpos rapidamente.
Espero que os monstros se sirvam com sua refeição deprimente.