Eu era muito jovem na época, só me importava comigo e com minhas vontades... Pra falar a verdade, não tinha muito juízo.

Saí em uma noite para curtir. Estava marcado uma festa no ginásio da escola, festa do fim da primavera. Eles sempre fazem esse tipo de coisa. Estava uma noite fria e agradável.

Cheguei e já fui encontrando alguns amigos que por ali já estavam. Para mim, a noite só estava começando. Muitos amigos e muitas mulheres lindas. Alunas e ex alunas... Mas uma me chamou a atenção.

Martha era linda... Sempre toda produzida, com olhos verdes radiantes, um corpo escultural e belos cabelos loiros, longos e macios. Me encantava vê-la.

Fui até ela e a convidei para dançar. Ela, meio intimidada, aceitou. Dançamos por alguns minutos... Depois saímos e fomos até o jardim que ficava atrás do ginásio. Ela tão linda, tão perfeita, não consegui me conter e tentei beija-la. Ela me empurrou e disse que não podia, que não nos conhecíamos direito. Típica moça de família.

Eu estava louco de tesão naquele momento e não podia ouvir um não como resposta ali. Segurei seus braços e forcei um beijo. Ela tentou se desviar, fugir de mim, mas eu a segurava forte.

Ela, em um momento de desespero, conseguiu me chutar. Caí soltando-a... Ela saiu correndo pela entrada do jardim. Como estava escuro, tropeçou e caiu batendo sua cabeça em um vaso próximo. Ela apenas ficou desacordada, mas foi o suficiente para que eu pudesse tramar algo idiota e desumano.

Cheguei próximo ao seu corpo lindo estendido ao chão e comecei a baija-la. Não sei o que se passava em minha cabeça naquele momento, mas a sensação do perigo misturado com o tesão que estava sentindo me dava cada vez mais vontade de continuar.

Quando levantei seu vestido e tirei sua calcinha, algumas pessoas vinham se aproximando. Saí correndo e tentei não pensar no ocorrido. Cheguei em minha casa, deitei na cama e dormi.

Na manhã seguinte, a única notícia que tinha em toda a cidade era: "Uma jovem foi morta no jardim de uma escola no centro..." Congelei pois, achei que tinha sido apenas um acidente. Não queria fazer mal a Martha... Não queria isso.

Seu pai ficou louco quando recebeu a notícia da morte de sua filha. Ele era pai viúvo cuidando da única filha. Era um cirurgião plástico muito conhecido não só na cidade, mas em todo o estado de Oklahoma.

Ele não mediu esforços para encontrar o assassino de sua filha, e quando os policiais pararam com a investigação, ele procurou por conta própria... Até encontrar.

Ele descobriu quem estava com Martha aquela noite. Quando saí de casa para ir ao trabalho 2 meses depois do ocorrido, senti um baque forte na cabeça. Acordei em uma sala de cirurgia. Estava deitado em uma maca, amarrado e sem roupas.

O pai de Martha estava ao meu lado, com roupas de cirurgia, luvas na mão e uma máscara. Ele olhou para mim, pegando o bisturi que estava em cima da mesa e disse:

-Minha filha morreu por sua causa, agora, você se tornará ela...

Fui adormecendo por conta da anestesia que ele me dera, enquanto sentia ele cortando meus genitais e implantando em mim seios e órgão genital feminino.

Eu não matei Martha, não queria lhe fazer mal algum... Foi apenas um acidente.