O amor tem diversos significados, portanto, quando se torna exagerado transforma-se em quê?

Chlöe é uma menina linda e maravilhosa que vivia pela cidade velha de São Paulo. Curtia sua vida como nunca, com seus belos 24 anos de um rosto meigo de pêssego espalhava sua beleza para todos. Seu sorriso era encantador, e seu charme era sua bela cintura formando um quadril incrível. Em comemoração de sua formatura, decidiu ir com suas amigas e amigos em uma balada. Fechou a noite em álcool, fara, drogas e curtição.Feliz e alegre se esbarrou em um rapaz.

- Oi, desculpe. Disse o rapaz.

Chlöe se virou e em um piscar seus olhos escuros se dilatam ao ver o rapaz.

- Desculpa eu, não o vi. Respondeu para puxar um assunto.

- Então estamos desculpados. Hoje tá cheio né?

Ambos sentiam que o clima estava agradável.

- Pois é, dia de farra é assim mesmo, quer ficar conosco? Estamos comemorando minha formatura e não temos horas pra sair. Respondeu com um sorriso no rosto.

Não tinha como o garoto recusar, então foi ficar ao lado da moça deveras interessante.

- Qual o seu nome?

- É Ravi, muito prazer.

- Prazer é meu, me chamo Chlöe.

Beberam e conversaram a noite toda. Ambos estavam se conhecendo, ela gostou do jeito do Ravi e vice-versa. Seis hora da manhã a casa fechou e o uber já a esperava. Seus amigos foram deixando-a com o rapaz. Ele insistia em levar para a casa, logo, por educação ela recusava... até que começou o novo clico deles. Antes de partir, Ravi a pegou pelo seu antebraço e disse:

- Me passa seu número para eu conhecer você melhor.

Com um sorriso encantador e meigo passou para o Ravi que se encheu de alegria. Uma conexão jamais vista em apenas horas de tempo. Passando-se os dias, eles conversavam diariamente, toda noite, em qualquer lugar. Ela adorava astronomia e astrologia enquanto ele era viciado em arte e música.

O seu amor por arqueologia combinava com o gosto do Ravi, Paleontologia. Um apego em filmes científicos e de terror combinava com os dois pombinhos e suas conversas foram por meses. Chlöe estava gamada pelo jeito do Ravi ser, já o rapaz, amava cada curva dela. Os dois decidiram sair para se ver. Ambos com a mesma intuição, portanto, era necessário ver se tinham a mesma sinergia. Os encontros foram sensacionais pela cidade. Shopping, cinema, boliche, restaurantes, passeios, exposições e entre outras até chegar um encontro marcante. Chlöe o chamou para ir na sua casa comer pizza e beber um belo vinho tinto. Bem casual e clássico para conquistar alguém. Com uma bela fatia de queijo e um vinho chileno não bastou um minuto em que seus olhos se cruzavam. O ato aconteceu. Sem nenhum compromisso apenas metendo amor por horas sem tempo para uma pausa. No dia seguinte o sol brilhava em seus corpos os acordando de uma noite cheia de prazer e carícias. Ela olhou para ele e com seu sorriso encantador deixava Ravi sem reação.

- Fechamos a amizade então né "brother"? Brincou Chlöe.

- Não sei, vai depender do nosso próximo encontro "sister". Respondeu no mesmo tom.

Ravi se trocou e se despediu de sua amada. Sorrisos bobos e peitos cheios, isso descrevia o que eles sentiam. Continuaram a se encontrar cada vez mais, cada dia era uma programação e no final, um bom sexo sem compromisso até chegar no domingo a tarde. Pós jogo de futebol da globo Ravi olhou diretamente em seus olhos e disse firme:

- Você é arte Chlöe, e eu gostaria de desenhar e pintar você todos os dias. Eu te amo.

Ela entendeu o recado e correspondeu seu pedido. Desde então os dois começaram a ter uma relação. Um amor invejado e recíproco. Dois aquarianos que se davam bem, duas almas que entendia um ao outro e nada e ninguém poderia separá-los... até agora.

Ravi apresentou sua melhor amiga para Chlöe, Giulia. Morena, baixa, com uma beleza exuberante. Seus cabelos longos era seu charme. Ela ficou fora e sempre manteve contado com seu amigo.

- Nossa que legal, finalmente uma namorada. Respondeu ironicamente.

Com um ciúmes no ar, Chlöe recebeu a indireta e tentou se aproximar mais da garota para ganhar intimidade, logo, foi rejeitada várias vezes.

- "Relaxa Chlöe, respira fundo antes de falar besteira. Nada pode estragar seu dia." Pensou a menina bem enfurecida.

Na verdade pode sim. Giulia estava com malas e iria se hospedar na casa de Ravi até resolver seus problemas.

- Vou tomar um banho, nada de sacanagem enquanto eu tô aqui viu?! Disse Giulia pegando suas roupas.

Ravi estava sentindo que iria dar merda só de olhar para Chlöe e ver sua cara bem puta. Ela esperou entrar no banho para discutir.

- Mas que porra é essa Ravi? Tá de sacanagem comigo?

- Calma e respira, vou explicar a situação. Ela brigou com os pais e pediu para ficar aqui alguns dias até resolver com eles.

- Alguns dias?! Disse gritando.

- Sim meu mel.

- Não me chama assim não!

- Calma Chlöe, eu já disse. Ela é minha melhor amiga, eu não posso fazer isso com ela. Dizia Ravi tentando acalmar o clima.

Cheia de ciúmes e ódio, ela concordou. Para gerar uma confiança na relação. O que ela não sabia é que Giulia estava ouvindo tudo. Fingindo tomar banho para gerar uma discussão entre eles. Muitos anos de amizade ela não queria que seu melhor amigo namorasse alguém que ela não conheça.

Passaram-se três dias e Giulia aproveitou para sair com o amigo para curtir os momentos foras. Foram em baladas, shopping e obviamente junto com Chlöe. O clima era de guerra e Ravi estava no meio do campo. Hoje teria uma balada na rua mais famosa de São Paulo, Augusta, sem hora para acabar. Fazia tempo que o casal não iria para festas, estavam mais casuais... até que...

- Gente, chamei minha amiga para me acompanhar, não vou ficar de vela né. Essa é a Anna, lembra dela Ravi? Disse Giulia terminando de arrumar o cabelo.

Chlöe quase teve um infarto no miocárdio só de ouvir a doce voz da jovem.

- Oi Ravi, que saudades de você! Prazer em te conhecer Chlöe, você é muito linda como ele me disse. Respondeu Anna bem educada.

- Ótimo, vamos logo antes que começa a ter fila e eu odeio esperar. Disse Ravi querendo sair do campo minado.

Chlöe e Giulia se encaravam com faíscas. Era guerra na certa. Chegando no local os barulhos do som penetrava na pele arrepiando os pelos do antebraço. Álcool, drogas e sem limite para aproveitar. Estavam todos no ritmo de festa menos Chlöe que só faltava avançar na Giulia. O pior era que Anna conversava toda hora com o rapaz. Chlöe a olhava com ódio e começou a unhar sua perna de tanta raiva.

- Relaxa gatinha, ela não é de pegar o tesouro dos outros. Só achei que seriam legal eles se ver. Estavam meio brigados esses tempos. Disse Giulia com tom de deboche.

Ela tentou se segurar até o último segundo, entretanto, não funcionou.

- Escuta garota, não sei quais suas intenções para separar eu do Ravi. Não me importa o passado de vocês ou a amizade de vocês, só que quem manda aqui sou eu. Quem fode com ele até a madrugada sou eu. Então se ficar no meu caminho vai se arrepender.

Giulia deu uma risada irônica e dizia Calma para menina que se retirou do lugar. Quando saiu disse de canto bem feliz com a situação:

- Isso é o que veremos.

Celular de Ravi vibrou, e rapidamente o atendeu. Era mensagens da Chlöe dizendo para ele aproveitar a festa e que ela estaria na casa da mãe dela. Ele sacou que estava brava e irritada.

- Deixa ela com sua crise de ciúmes, depois você fala com ela. Vamos matar a saudades. Disse Anna bebendo apenas uma água com gás.

Ravi ficou um pouco e decidiu ir embora. Não se sentia confortável e avisou as duas. Deixou a chave com Giulia e disse que passaria na casa da sogra para conversar com Chlöe.

As duas ficaram lá até acabar. Giulia estava bêbada que nem conseguia ficar em pé. Anna ligou para um amigo delas acompanhar a amiga em casa por não confiar em uber. Ao chegar o amigo riu e disse:

- Não aprende nunca.

- Nunca Pedro.

Anna então foi para o ponto de ônibus. A madrugada era escura e fria, como sempre é na velha São Paulo. Indo para o ponto foi pega com uma porrada na cabeça. Caiu dura no chão com a cabeça sangrando. Tentou caminhar até um beco e pedir ajuda, mas estava desnorteada.

- É isso que dá mexer no taco dos outros fofas.

A voz da Chlöe! Em um surto de ciúmes a menina agrediu Anna. Ela tentava explicar que não queria nada e estava feliz pelo amigo... mas era tarde. Sacando uma arma de 6 balas, Chlöe atirou com frieza no olhar. Meteu todas as balas na cabeça da pobre menina.

- Eu avisei que é melhor não entrar no meu caminho... A pobre menina estava irreconhecível com o crânio todo baleado. Isso não ficaria assim. Pegou os documentos e celular da falecida, e sozinha jogou o corpo na caçamba de lixo. Chlöe estava de luvas, para não deixar nenhuma digital e parecer que foi um assalto brutal. Ela não conseguia raciocinar depois do que fez.

- Respira Chlöe, Calma... respira... - Isso não foi culpa sua, ela estava se jogando para seu homem, foi... foi por amor, para que ninguém separar nossa relação. Isso foi por amor. Disse a garota com a mão na cabeça.

Em um segundo, Ravi ligou para ela. Seu coração acelerava e então, saiu da cena de crime. Foi para o ponto de ônibus e atendeu.

- Aonde você tá amor? Tô aqui na sua mãe e ela me disse que você não está aqui.

Seu corpo se paralisou e ela precisava de uma boa desculpa. Pensou e respondeu:

- Oi desculpa, eu menti, voltei pra minha casa. Precisava ficar sozinha.

Ravi se sentiu culpado e respondeu.

- Ótimo, vou ir ficar com você, foi um erro isso tudo. Eu te amo e sempre te amarei Chlöe. Vamos ver um filme em forma de reconciliação.

Chlöe chorou de alegria e esqueceu do seu próprio crime. Ela precisava de ajuda, mas sua obsessão era maior.

No dia seguinte, a culpa nunca existiu. Ela estava em paz deitada com Ravi, sem nenhum arrependimento acordando o jovem em beijos. Levantaram e ele disse que precisava voltar pra sua casa ver a Giulia, já que, ela tomou um porre. Chlöe estava tranquila e disse que ia junto, afinal precisava pegar suas roupas lá. Ao chegar lá, a mãe de Ravi estava ligando e ele precisava atender.

- Pega lá suas coisas e avisa pra Giulia que eu cheguei e não quero ver nenhum vômito nos cômodos. A garota subiu feliz e então viu a porta um pouco aberta e vozes no quarto. Igual uma sombra passou e ficou para ouvir quem estava lá.

- Você entendeu Pedro, ela é maluca. Vai fazer mal para o Ravi. Você precisa falar com ele pra separar dela. Se for ela que sumiu com a Anna, imagina o que ela pode fazer com os familiares dele. Ela é louca me ajuda nisso por favor.

Giulia sempre desconfiava dela, mas não achava que seria capa de matar alguém.Com raiva, começou a unhar a porta. Decidiu entrar e seguir normalmente.

- Olá gente bonita. Prazer amigo do Ravi. Vim pegar minhas coisas, e Giulia, o Ravi mandou te dizer que não quer ver nenhum cômodo vomitado. "Bye".

- "Eu vou sumir com essa vagabunda". Pensou Chlöe com um sorriso no rosto.

- Totalmente maluca. Disse Giulia.

Chlöe precisava de um plano para se livrar da Giulia e ficou pensando em sua casa. Ravi foi ficar com sua mãe, ela estava com problemas em casa. No dia seguinte Ravi precisou ficar mais lá e avisou sua amada. Nesse Intervalo de tempo Chlöe montou seu plano. Hoje ela daria um fim no "problema". A garota marcou com Giulia de se encontrar em uma resenha, disse que queria se acertar com ela... Só elas duas. Desconfiada aceitou sua proposta e aguardava a hora marcada. Giulia chegou no lugar onde foi marcado. Ela estranhou por estar longe do barulho da música. Começou a ligar para Chlöe. O telefone tocou. Estava próximo... bem próximo. Ao virar para trás Chlöe quebrou um tijolo em sua cabeça. Com um grito de dor e desespero a menina caiu no chão.

- Eu disse que ia te pegar sua vadia. Disse Chlöe cheio de ódio nos olhos.

- Sua psicopata, fica longe do Ravi! Vou ligar pra polícia. Dizia chorando.

Chlöe foi até seu celular e o quebrou com um machado. Giulia estava desesperada e com medo da menina.

- Ninguém vai me separar do Ravi, somos feitos um por outro, ele é minha alma gêmea e eu sou capaz de fazer tudo por ele, até mesmo matar quem não aprovar nossa relação.

- Sua doente psicopata!! Eu avisei a mãe dele sobre você e espero que ela suma com ele. Dizia Giulia com muitas dores no crânio.

Chlöe se aproximou arrastando o machado no chão gelado. Parou em frente a Giulia que tentava andar.

- Mais um estorvo longe do meu Ravizinho, adeus ex melhor amiga.

Com força bruta avançou o machado no rosto da menina. Um corte profundo sem misericórdia. Um ato brutal que continuou com várias machadadas no corpo. Ela gritava de raiva e com sorriso de prazer. No fim, ela queimou suas roupas e luvas e desfigurou o corpo para evitar provas.

- Finalmente em paz, acho que vou visitá-lo e quem sabe beber um vinho em família.

Chlöe foi para sua casa tomar um banho e se arrumar. Estava tão cansada que depois do banho se deitou sem se trocar e decidiu pensar nisso amanhã.

8:20 da manhã seu celular vibrava. Acordou com o sol irradiando o quarto e brilhando sua pele branca e macia. Ravi ligava para ela.

- Oii amor, tudo bem? Disse Chlöe com sono.

- Oi Chlöe, estou saindo daqui. Vou passar aí para podermos conversar, faz tempo que não nos falamos. Disse Ravi.

- Verdade lindo, vou me arrumar então. Acabei de acordar. Beijos te amo.

- Beijos.

Ravi estava meio seco. Algo aconteceu com sua mãe? A garota se arrumava toda feliz que todos seus problemas foram embora. Em minutos a porta bateu e sua alegria ficou alta. Batia e batia com desespero.

- Calma amor, eu não vou fugir não.

Ao abrir a porta, surpresa. Era Pedro, o amigo de Giulia e Ravi. Ele avançou na Chlöe pegando pelo seu pescoço e trancando a porta.

- Sua maluca psicótica o quê você fez com a Giulia?! Gritava Pedro sufocando-a.

Chlöe não conseguia gritar e nem falar. Estava ficando sem ar até que pensou rápido. Chutou seu pênis fazendo soltar. Respirando rápido para ganhar fôlego jogou as taças de vinho nele. Se defendeu com os braços para não cortar o rosto.

- Acha que eu não sabia do plano de vocês? Ninguém vai atrapalhar nosso amor! Gritava Chlöe.

Pedro levantou irritado para agredir a garota. Nesse instante, ela sacou um canivete e enfiou no abdômen do Pedro. Esfaqueou várias vezes em um ato de fúria.

- Eu mataria por amor... Ele é tudo o que eu tenho e ninguém vai tirar ele de mim. Disse Chlöe feliz.

Pedro estava com um sorriso montado no rosto. Ela não entendia o porque até ele falar.

- Você perdeu sua maluca.

A porta abriu. Dois corpos entram na sala. Um está armado e com roupa de polícia... Já o outro... um conhecido de Chlöe. Ravi entra na sala com o rosto cheio de lágrimas. O policial apontava a arma para ela e pedia para largar o canivete. Chlöe estava desesperada e desacreditada. Seu coração batia aceleradamente em seu peito ao ver o olhar de decepção e angústia de Ravi.

- Amor...? Ravi chorava.

- E-eu posso explicar Ravi, e-ele invadiu e tentou me matar. Foi tudo pura defesa pessoal eu juro!

- E a Anna? Foi defesa pessoal também Chlöe? A Giulia que não está em minha casa foi defesa pessoal? Dizia Ravi com olhar de angústia e raiva.

O rapaz já tinha sacado tudo. Pedro sorria antes de apagar.

- O quê você disse pro Ravi seu porco?! Gritou Chlöe.

- A verdade sua psicopata. A Giulia sempre desconfiava de você e estava certa. Pediu para eu seguir você e eu vi você jogando um corpo na caçamba na Augusta. Vi você queimando as provas e gravei tudo no carro para mostrar pra polícia e para o Ravi antes de levar a Giulia para casa. Eu pensei que você nunca faria isso mas segui as ordens dela. Fingimos a conversa na casa do Ravi para você ouvir, mas deu tudo errado. Você a matou a sangue frio e sabe onde está o corpo dela. Nosso plano era você ouvir e surtar na hora, já que seu amado não estava lá. Porém não aconteceu. Giulia também avisou a polícia e ao próprio Ravi. Você perdeu sua vadia louca.

Chlöe abaixou a cabeça. Lágrimas escorriam de seu rosto de pêssego. Respirou bem fundo e disse.

- Ela atrapalha até mesmo morta. Jogou o canivete em sua garganta e o policial atirou em seu ombro derrubando-a no chão.

Ravi não conseguia raciocinar tudo isso. Seu olhar de coração partido era forte demais.

- Eu fiz por você Ravi. Eles queriam nos separar, eu estava tão feliz ao seu lado. Fazia tempo que meu coração não batia por alguém. Por favor me perdoa. Eu me arrependo de tudo isso, não ligo de ir presa ou morrer, eu te amarei para sempre. Dizia Chlöe chorando.

- Não foi por nós, foi por você mesmo. Sua atitude foi egoísta que necessitou matar pessoas por uma obsessão. Eu era todo seu e nunca seria infiel. Eu conhecia todos que você matou e mesmo que eles pedisse para nos separar minha resposta seria não porque eu te amava...

- Como assim amava? Você não me ama mais? Não sente mais nada Ravi Moraes?! Gritava Chlöe com a mão no ombro baleado.

- Eu sinto... eu sinto é pena Chlöe Morais. Você vai ficar internada em uma clínica até 30 anos. Eu não vou te visitar porque vou sofrer vendo a pessoa que eu amava lá. Tentar esquecer disso tudo vai ser difícil. Mas vou superar igual você também vai. Isso é um adeus Chlöe...

Com um ato de fúria ela levantou e sacou uma arma e mirou no policial. Atirou no meio do seu peito. Com reflexo ele atirou de volta mirando na sua perna. Ravi se espantou e ligou para emergência e polícia.

O que é o amor se não um fruto de vários sentimentos. Até aonde o amor vai por alguém? Amar uma amiga que você a conquiste todos os dias, que demonstre em formas de zelo, carinho e desenhos até se transformar em um amor recíproco ou amar alguém que não te ama e sofrer todo dia se afogando em álcool? Se matando por alguém, mendigando amor não correspondido?

Chlöe ficou internada com camisa de força. Foi transferida várias vezes por surtos. Ravi cortou o cabelo e ficou 1 ano afundado. Começou a beber todo dia e fumar esperando esquecer aquele amor que foi perdido. Caiu em tentação e todo dia sofria por ela. Comprou uma pulseira e colocou no pulso para nunca esquecer de como foi feliz com ela. No seu ponto final dedicou uma música para ela jamais esquecida:

Duncan Laurence- Arcade.

"Amortesalva".