Nascida na capital, amaldiçoada por 100 gerações,
Meu corpo sustenta o tori do templo da kitsune,
Assim como os corpos dos servos sustentam uns aos outros no poço.
Eles tentam chegar à superfície incansavelmente,
O céu vermelho era tingido com o tom mais quente.

Onde está a cabeça do camponês que colhia o fruto do pecado?
A cabeça flutua junto às outras no lago.
Finalmente o Oni se sente adorado.
Ele ressurge através da carne que flutua no lago avermelhado.

"Gritavamos palavras carregadas sob o vento.
Você não conhece o nosso sofrimento.
Todos ao redor observavam-me em julgamento."
Todos os corpos serão concretados no templo.

Paguem o quanto puderem para ver a atração principal,
A garota do Clã da Kitsune, amedrontada, se sentia mal.
Nas feridas, temperem o sofrimento com sal.
O intestino pulando para fora de seu corpo me lembrara a venda comercial.

A jovem jogara pragas à cada ferida aberta pela katana,
A plateia aplaude vendo a kitsune nua sob a cama.
A ferida pinga, jorra e derrama
A hemorragia à abraça como quem ama.

"À partir de agora,
Os bebês nascerão na mesma hora,
A fome insaciável cada vez piora"
Me amaldiçoe, como se sua garganta fosse pular para fora.

Enquanto todos estavam arremessando dinheiro e elogios sinceros,
A barriga crescia,
O fruto da maldição escorrega pela vagina.
Não era um bebê caindo do kimono, e sim, a ganância.

O que será necessário para fazer-lo parar de chorar?
A mãe que não produzia leite alimenta o filho com sangue á luz do luar,
O puz era a prova de que aquilo estava à matar.
Mordiscar.
Ele não parava de sugar.