A Escrita que vos apresento

comment7visibility172
Há 1 mês

A escrita que vos apresento,
Deriva dos calabouços
Do Cosmos,
Descende do fragmento
Do medo, das sombras,
Da luz e escuridão.

Na espreitada sombria
Que adentra sua mente,
Se alimentando do seu Caos,
Daquilo que você diz ser,
Mas não é.

Seu carro, seus gostos,
Sua bondade, sua maldade.
Nada disso é você de verdade.

o existir, o irreal e real.

A coragem nunca foi o antônimo
Para o medo, ambas coexistem
Para que o horror exista.

Me sento em meio a minha arte sombria,
Enquanto a luz ilumina minhas costas,
Pedindo para que eu a olhe
Por cima de meus ombros, pois assim,
Encontro o caminho de volta.

Não importa o quão escuro é meu ser,
O quão sombrio minha arte possa vir a se tornar,
O quão repugnante minha escrita seja,
E o quão corajosos são meus olhos negros,
Eu existo,
Eu me torno; o inominável.

Algo que não é dito, mas existe.
Que dorme, mas vê, que sente,
E escreve, pois espero que saiba;
Que o antimônio de medo
Não é coragem...

É insanidade.

Comentários

Anônimo
Simplesmente Incrível!
26/10/2020
Anônimo
Incrível
26/10/2020
Anônimo
Muito bom
26/10/2020
Anônimo
Demais!
26/10/2020
Anônimo
Muito boa poesia, parabéns.
26/10/2020
Anônimo
Incrível!
26/10/2020
Anônimo
Brabíssimo!
26/10/2020